7 de agosto de 2011

Resenha: Elixir - Hilary Duff

Editora: iD
Uns anos atrás eu era muito fã da Hilary. Mesmo sem ouvir faz um tempo, sei várias das músicas dela de cor e adorava Lizzie McGuire e alguns filmes que ela fez depois. Mas sabem como é, eu fui crescendo e ela foi meio que sumindo aos poucos, e eu fui conhecendo outros artistas que satisfaziam mais meu estilo musical. Quando eu vi que ela tinha escrito um livro eu fiquei bem animada já na hora. Depois de ler a sinopse minha animação só aumentou.
O livro conta a história da Clea Raymond, filha de uma senadora e de um renomado cirurgião ela tenta levar a vida normal quando os paparazzis estão sempre atrás dela. Apaixonada por fotografia e viagens. Porém, Clea ainda não superou o misterioso desaparecimento de seu pai enquanto estava em uma missão humanitária no Rio de Janeiro. E ela começa a perceber um sujeito estranho em diversas de suas fotos e em sonhos. Quando Clea o encontra em uma de suas viagens a trabalho no RJ, ela imediatamente sente uma relação que parece ter anos de duração entre os dois. Ela percebe que esse homem pode ajudá-la a descobrir mais sobre o desaparecimento de seu pai.
Vi muitas pessoas julgando esse livro com base que a autora é a Hilary. Sério gente, por quê? Ela não pode ter talento para escrever também? Bom, apesar da minha pequena irritação ao ler diversos comentários sobre isso, eu adorei o livro.
E eu não adorei o livro só porque é da Hilary Duff ok? Eu realmente achei a história muito boa. Cada fim de capitulo dá aquela ansiedade para ler o próximo e o próximo e assim vai e isso traz um ritmo muito legal para a leitura. Os personagens são muito bem construídos e explorados. A história em si é bem explorada, tem mistério o suficiente, mas também tem explicações suficientes. Não gosto de “boiar” completamente em uma história.
Fazia bastante tempo que eu não lia nada sobre o Elixir da Vida, gostei do modo como foi abordado. Adorei as viagens da Clea, adoro livros que nos colocam em outros locais. França, Japão e até mesmo o Rio de Janeiro foram retratados muito bem.
Bom, a única coisa que poderia ser diferente foi o ritmo do final. É muito rápido e não dá tempo nem de absorver o que está acontecendo e daqui um pouco puff! O livro acaba. Não me importaria que o livro tivesse mais algumas páginas e um final melhor elaborado.
A continuação já tem título – Devoted – e data prevista para lançamento nos EUA, novembro de 2011.
Outra coisa, a textura da capa é muito legal! Dá vontade de ficar tocando o tempo todo e não soltar nunca mais.
4/5

6 comentários:

  1. Como antiga fã de Hilary Duff, tenho curiosidade em relação a Elixir. Mas essa história de ela não ser a única autora me deixou com um pé atrás, tanto que nem comprei o livro e também não sei se chegarei a lê-lo, pelo menos não agora.
    Mas sim, a curiosidade persiste, apesar dos comentários negativos que já li, e também outros tantos positivos, claro. Quem sabe eu o leia um dia!

    Bjo!!!
    escrevendoloucamente.blogspot.com

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  2. Vale a pena ler o livro! Se a autoria te incomoda, compre e esqueça o nome da autora ou co-autora. Apenas leia a história em si.

    Gabi

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  3. bah eu quero ler mais por ela mesmo sabe? Mas todo mundo diz que é um pouco rápido mesmo,e previsivel.

    Bjs

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  4. Oi Gabi1 Eu ameeeei o livro e não achei nada previsível. Mas concordo com você em relação ao final, eu nem sabia que era uma série e fiquei chocada quando terminou daquele jeito, hehehe! Tem muita gente que acha que não foi ela que escreveu e só está levando os créditos. Eu penso assim, a história é super legal e amei o livro, que me importa se foi ela ou não que escreveu?! Além do mais, acho que ela tem talento sim para escrever uma obra, mesmo sendo óbvio que ela teve auxílio de muita gente no processo... Adorei a resenha, agora é esperar Devoted ;)

    beijos
    Adriana - Mundo da Leitura

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  5. Luana: Eu não achei previsivel o livro, ao contrário, muitos acontecimentos me chocaram bastante, mas isso depende de leitor a leitor.

    Adri: Eu também fiquei chocada com o final!! E também penso da mesma maneira, aposto que se o nome dela não estivesse na capa e fosse qualquer outro, as pessoas parariam de julgar tanto. Por isso que quando a Mia for escrever um livro em diário da princesa ela usou um pseudonome.

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  6. É verdade Gabi! Isso é o lado ruim de ser famosa (mas eu trocava de lugar com ela a qualquer momento, hehehehe)!!! Gostei muito do estilo do livro (como vc já leu na minha resenha) e acho que sendo ou não ela que escreveu, é um livro que vale a pena ser lido para quem gosta do gênero ;)

    Beijos

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