31 de julho de 2012

Top 10 Tuesday: Personagens que eu gostaria de ser por 24 horas

Meme do blog The Broke and the Bookish

 T
op 10 personagens que eu gostaria de trocar de lugar por 24 horas.
(vou comentar bem pouquinho sobre cada personagem para o post não ficar muito extenso)
 Nora – Sussurro
Sem comentários do motivo que eu gostaria de trocar de lugar com ela. Começa com P. 

Hermione Granger – Harry Potter
Viver em Hogwarts por 24 horas é mais que um sonho sendo realizado.

29 de julho de 2012

Estive pensando... #6

Pensamento Crítico
Eu gosto bastante de distopias. E algo que eu percebo é que não importa a história que o autor crie, a base é a mesma. Um governo autoritário e pessoas que acreditam em tudo que lhes é dito. Isso é, a falta do pensamento crítico.
Como eu penso demais sobre tudo, eu parei para pensar nisso. Principalmente depois de ler Fahrenheit451. Um livro que fala sobre livros e que fala sobre como os livros fazem os leitores exercerem o pensamento crítico.
Uma sociedade que não possui isso, acredita em qualquer coisa. Acredita que o amor é ruim, acredita que os jogos vorazes é algo positivo, acredita que os livros são ruins, acredita em tudo que lhes dizem. Porque o governo mostra apenas o que querem. Escondendo informações importantes.
Quando se tira o pensamento crítico, se tira a capacidade de analisar. De ver o que é e o que não é verdade. O que é bom e o que é ruim. Você simplesmente acredita, simplesmente aceita. Como diz no livro do Bradbury, pensar dói, deixa as pessoas tristes e faz as pessoas verem coisas que não querem. Porque quando você começa a pensar, percebe que tem muitas coisas muito erradas e percebe que você não consegue mudar isso.
As pessoas estão cada vez mais se alienando do que está acontecendo no mundo. Por diversos fatores, mas o principal eu imagino, é porque muitas não se importam. E outra, é porque ficam na zona de conforto.
O que vemos na TV hoje em dia? Quais filmes mais fazem sucesso? Quais são as personalidades que ganham milhões? Isso realmente me deixa assustada com o futuro. Para fazer sucesso hoje, basta fazer algo engraçado, basta subir em um palco quase sem roupa, basta fazer um filme com duas horas de bobagens. Diverte? Sim, isso diverte as pessoas. Mas aliena-as ao mesmo tempo.
É isso. Pensamento crítico, nós não podemos deixar isso morrer. E eu tenho certeza que bons livros, não vão deixar isso acontecer.

28 de julho de 2012

Da livraria para a minha estante #40

Oi!

Eu não fiz 'Da livraria para a minha estante' semana passada então acabou juntando com o meu aniversário e acabou acumulando bastante coisas. E provavelmente, essa coluna vai sumir por um tempo, já que eu quero tentar ler todos os livros que eu tenho em casa que ainda não li.

26 de julho de 2012

Resenha: Fahrenheit 451 - Ray Bradbury



Fahrenheit 451 é uma distopia ambientada nos Estados Unidos, onde ler é proibido. E 451 Fahrenheit é a temperatura na qual o papel do livro pega fogo e queima.
No livro de Ray Bradbury, os bombeiros são quem queimam os livros. Não quem apaga incêndios, eles são os que começam. Montag é um bombeiro que nunca tinha parado para se perguntar o por quê de tudo isso. O por que ele tinha esse trabalho e por que livros eram queimados daquela maneira. Até que ele conhece uma menina chamada Clarisse, que tem a mente completamente diferente. Ela questiona. E Montag começa a pensar na sociedade em que está vivendo e no que ele realmente está trabalhando. Ele começa a questionar. E começa a ver o que realmente acontece, por trás de tudo que a população é influenciada a pensar.

Ele pergunta a seu chefe por que tudo isso começou e dizem a ele que quando as pessoas começam a ler muito, elas começam a se perguntar o porquê das coisas. E isso é muito ruim, porque quem pergunta muito o porquê que as coisas acontecem, acaba se tornando muito infeliz. E o fato de algumas pessoas saberem mais que outras estava causando muitos conflitos, e então isso é eliminado. E o governo diz que quer apenas a felicidade da população. A harmonia entre as pessoas. Querem que as pessoas sejam felizes. Quem não quer ser feliz?

A única forma de ‘diversão’ que as pessoas têm é através das televisões. Onde fica passando programas sem conteúdo, programas que não vão fazer as pessoas pensarem. Eu acho isso instigante nos livros distópicos. Quando se tira o pensamento crítico, quando se tira a capacidade de analisar a situação e de questionar das pessoas, elas aceitam qualquer coisa. Elas acreditam em qualquer coisa que lhes digam. E elas viram alvos muito fáceis. Elas são controladas e influenciadas a pensarem da maneira como o governo quer. 
Os livros são como uma arma poderosa. Porque fazem as pessoas pensarem, fazem as pessoas quererem mudar e quererem pensar. Alguns livros, como Fahrenheit 451, mudam as pessoas. E as pessoas mudadas, podem querer mudar o mundo. Livros são armas de verdade. Armas que mudam a forma de pensar e armas que fazem pensar. Cortando o mal pela raiz, na sociedade fictícia de Ray Bradbury, eles foram proibidos. É um livro maravilhoso, que impacta a vida do leitor de alguma forma. E sim, é um livro que faz pensar. Recomendo de olhos fechados. Acho que é uma leitura obrigatória para todo mundo.

25 de julho de 2012

Sorteio: Um lugar para ficar


Mais um sorteio no blog! Ontem eu postei a resenha de Um lugar para ficar e hoje vocês tem a chance de ganhar o livro. O sorteio termina no dia 19/08. O vencedor, a partir dessa data, terá 3 dias para responder o e-mail com seus dados. Caso contrário, o sorteio será feito novamente. Boa sorte a todos!


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24 de julho de 2012

Resenha: Um lugar para ficar - Deb Caletti


Clara acabou de se formar no colégio e fugiu da cidade com seu pai, sem avisar ninguém para onde estava indo. O motivo? Seu ex-namorado, Christian, não aceita que ela terminou o relacionamento. Ele é obsessivo e controlador. Clara foge, porque as coisas já foram longe demais.
Um lugar para ficar foi uma surpresa para mim, não imaginei que a história fosse me conquistar tanto. O principal motivo foi a narrativa da autora, é uma narrativa que intercala passado e presente e é bem trabalhada.
O livro é narrado em primeira pessoa, e a Clara muitas vezes interage com o leitor, principalmente por meio de notas de rodapé. Ela é uma personagem que está tentando fugir do seu passado, está tentando recomeçar e lidar com outros problemas também. E eu passei a gostar dela como personagem conforme a história foi se desenrolando.
O relacionamento dela com Christian é daqueles que desde o inicio, as pessoas de fora já percebem que é errado, que tem algo errado com ele. Mas o amor cegou Clara por muito tempo, e quando ela percebeu onde estava metida, já era tarde demais. Christian é um namorado controlador, ciumento, mas no fundo é uma pessoa realmente insegura.
O livro tem cenas muito bonitas e explora relacionamento de pai e filha, de amigos e eu gosto quando o autor explora vários personagens do livro, dando uma história mais ampla para o leitor. Um lugar para ficar também trata de perdão, perdoar os outros, mas acima de tudo, se perdoar.
Um ponto negativo que eu me sinto obrigada a comentar foi algumas questões de tradução. Algumas palavras são repetidas várias vezes na mesma frase e pela primeira vez eu li uma risada em forma de ‘kkkkk’ em um livro. Isso sendo uma linguagem informal, de conversas de chat, eu não acho que é a melhor opção para aparecer em um livro.
Eu gostei do livro. A história tem um ritmo muito bom, e é agradável de ser lida. 

22 de julho de 2012

Resenha: Cidade de Vidro - Cassandra Clare


Editora: Galera Record

A cada livro da série eu fico com mais certeza que a Cassandra Clare adora brincar com as minhas emoções. E para mim, Cidade de Vidro conseguiu superar os outros dois livros. É realmente, muito bom.

Não vou me focar muito na sinopse, para não dar spoilers dos dois primeiros livros da série. Basicamente, Clary está buscando a poção que pode ajudar sua mãe. E para isso, ela vai até a Cidade de Vidro em Idris tentar se encontrar com o feiticeiro Ragnor Fell, que é o único que pode ajudá-la. Claro, que no meio de tudo isso, a guerra de Valentim continua, e ela continua sentindo algo por Jace, mesmo que ele aparenta não querer mais nada com ela.

É um livro muito viciante. Não conseguia soltar, eu queria saber o que ia acontecer e só me acalmei no final. E não muito, porque quero continuar lendo sobre esse mundo incrível que a Cassandra Clare apresenta para o leitor. Nunca será o suficiente.

A série Instrumentos Mortais, é uma série sobrenatural onde temos diversos personagens sobrenaturais. Vampiros, fadas, lobisomens, feiticeiros e mais. Mas o que eu gosto, é a maneira como a autora narra e apresenta tudo isso. Ela não torna isso cansativo.

Clary é uma personagem que luta por aquilo que ela acredita. E eu gosto muito dessa característica dela. Ela não fica sentada esperando as coisas acontecerem. E Jace... Bom, Jace está sempre me surpreendendo. Eu simplesmente o adoro. Tenho uma quedinha literária, admito, mas não é por menos, Cassandra Clare criou um personagem incrível.

E algo aconteceu nesse livro que eu não pude evitar vibrar de felicidade. Sério, fiquei muito feliz. 

O desenrolar de todas as aventuras, de tudo é tão bem escrito que chega a ser algo visual e muito rápido. As páginas vão virando sozinhas e quando se vê o livro acabou. É meu favorito da série até agora!

20 de julho de 2012

Resenha: Fome - Michael Grant


Não é por nada que o título do livro é Fome. É exatamente sobre isso que ele fala. Após três meses que todos os adultos desaparecem, eles começam a sofrer uma escassez de alimentos e começam a passar muita fome.
Eu já tinha considerado Gone um livro intenso, e posso dizer que Fome foi mais ainda. Eu simplesmente, não conseguia soltar o livro. Precisava saber o que iria acontecer. E são tantas coisas que acontecem ao mesmo tempo que deixa a história com um ritmo muito bom.
Sam é o chamado líder de parte do grupo e ele está sobrecarregado. Com problemas importantes e com problemas menos importantes que as crianças ficam jogando para cima dele.
O livro apresenta muitos personagens. E vai mudando do ponto de vista de um para outro, o que é bom já que acontecem várias coisas ao mesmo tempo e o leitor precisa ficar sabendo de tudo. E os personagens têm seus próprios conflitos dentro do grande conflito do livro.
Para ler essa série, é preciso ter a mente aberta. Realmente aberta, porque é uma loucura sem fim. Mas se tiver a mente aberta e deixar sua mente entrar na história, será uma leitura intensa, agoniante e intrigante. É um livro onde crianças estão tentando sobreviver em um mundo cheio de questões não respondidas. É um livro que tem bastantes mortes, crianças não agindo como crianças e com um clima de medo e instintos de sobrevivência desde a primeira página até a última.
Em alguns momentos, com a troca de ponto de vista dos personagens, o autor corta em momentos que interrompem uma cena que eu estava toda animada lendo. E então tinha que ler o que estava acontecendo com outros personagens, mesmo querendo continuar lendo sobre o que estava acontecendo antes. Esse é um ponto bom e ruim, bom por que me fez ficar intrigada com o livro e ruim porque parava bem nas cenas que eu mais gostava.
Agora, no meio de todo o caos Michael Grant cria um dos meus casais favoritos. Não é o ponto principal do livro, romance quase não aparece, mas quando aparece, é lindo. Eu adoro Sam e Astrid. Adoro Astrid como personagem. Adoro os dois juntos.
Agora quero ler o terceiro volume. Quero saber o que acontece e como eles vão lidar com tudo que está acontecendo.

18 de julho de 2012

Resenha: As vantagens de ser invisível - Stephen Chbosky


O título em inglês do livro tem a palavra Wallflower no lugar de invisível, o significado de wallflower é   uma pessoa tímida que permanece invisível em eventos sociais, apenas observando tudo em sua volta. Esse é Charlie, um menino inocente, ingênuo de quinze anos que resolve que vai começar a parar de apenas observar e vai começar a participar.
As vantagens de ser invisível é contado no formato de cartas escritas por Charlie para uma pessoa desconhecida. Achei esse formato bem interessante, eu adoro cartas e elas são tão pessoais, tão honestas, o leitor tem acesso aos pensamentos de Charlie, a maneira como ele pensa e vê tudo.
Quando Charlie resolve participar, ele fica amigo de Sam e Patrick, que são irmãos e são um ano mais velhos que ele. Quando Charlie começa a sair com eles, ele começa a entrar em um ‘mundo’ diferente. Com drogas, álcool e festas. Mas a parte interessante é que Charlie permanece inocente. Ele se preocupa com os sentimentos das pessoas ao seu redor de verdade. Porque ele sempre tem um lado de observador. A forma como ele gosta das pessoas é maravilhosa, é genuína
Eu sou parecida com Charlie nesse lado observador. Ele resolveu participar, eu ainda estou observando. Charlie não consegue se encaixar em um grupo, ele está tentando. Ele é um personagem que amadurece bastante durante o livro, que tem um crescimento bastante visível.
Estou ainda tentando assimilar tudo que li, tudo que senti, e como esse livro é diferente dos outros que eu já li. Conta a história de Charlie na sua forma mais genuína e verdadeira possível. E eu senti que as cartas podiam estar sendo escritas para mim, e concluí que Charlie seria uma pessoa legal de se conversar. É um livro honesto, humano, e real. Essa fase da vida é complicada, apesar de eu estar lidado de uma forma diferente de Charlie, eu me vejo nele em diversas vezes. Em diversos pensamentos. 
Eu fiquei dependendo do livro. Não conseguia soltar. Chorei, ri, fiquei com raiva, inconformada. É um livro que abrange muitos temas e muitas emoções.
Quando terminei a leitura senti um vazio, fiquei sem saber o que fazer. O livro realmente mexeu comigo e é esse o tipo de livros que eu gosto. Livros que impactam a minha vida, livros que eu simplesmente leio e fico pensando por dias, dias e dias. Eu recomendo, é um livro maravilhoso, um personagem maravilhoso e é daqueles livros que vale a pena ser lido. Simples assim, vale a pena.

16 de julho de 2012

"'Okay?" "Okay" #CulpaDoJohnGreen

Eu sei que já cansaram de me ouvir falando de A Culpa é das Estrelas, mas hoje vou falar mais um pouco. Não dá para ver todo mundo falando sobre isso e ficar quieta. Eu preciso comentar que...
É #CulpaDoJohnGreen que eu não posso mais ler ‘okay’ sem chorar.
É #CulpaDoJohnGreen que eu gosto de anagramas.
É #CulpaDoJohnGreen que eu fico diariamente pensando no labirinto e em tudo que é dito em Looking for Alaska.
É #CulpaDoJohnGreen que eu sei que muitas vezes gostamos de ideia que temos de alguém. E não da pessoa como ela realmente é.
É #CulpaDoJohnGreen que eu não posso mais ver os diagramas de venn sem me lembrar que: The venn diagram of boys who don't like smart girls and boys you don't want to date is a circle. (e eu simplesmente adoro isso que ele disse. Demais.)
Ele acabou se tornando o meu autor favorito por alguns bons motivos, então vamos lá... Como toda essa loucura começou?
Eu tinha lido muitos comentários positivos sobre o The Fault In Our Stars e comprei no kindle. Me apaixonei. Comprei a versão física para poder segurar o livro e ter o livro na estante. Comprei Looking for Alaska, Paper Towns e An Abundance of Katherines. Me apaixonei por todos. Assisti todos os vídeos do canal dele e do Hank Green. Sim, todos os vídeos. E vi que eu me sentia bem enquanto assistia, enquanto lia. Aquilo estava me fazendo bem.
O modo como eles tem orgulho de serem inteligentes, nerds e tudo mais. Isso é empolgante. Os personagens do John Green são tão reais e tão incríveis que acabam se tornando meus amigos durante a leitura. Eu sinto tudo enquanto leio os livros dele. Eu dou risada, eu choro, eu fico inconformada... De tudo um pouco. Ele narra histórias diferentes a cada livro, e com uma semelhança: são todas maravilhosas.
Todas me marcam de maneiras diferentes. Mas me marcam. Ainda tenho quotes de todos eles memorizados. E duvido que eu vá esquecer tão cedo, são frases que eu leio e penso: genial. Que eu leio e consigo me identificar com aquilo.
Os livros dele, para mim, são muito mais que apenas palavras e palavras impressas em folhas de papel, contando uma história. Elas me apresentam personagens inesquecíveis e contam histórias inesquecíveis. John Green é um autor inesquecível.
É #CulpaDoJohnGreen que eu me emociono cada vez que começo a pensar nisso.
E é óbvio que é #CulpaDoJohnGreen que eu sou apaixonada pelos livros dele. 
Já sabem né? Deem uma chance aos livros dele e eu espero que vocês gostem! 
Gabi



15 de julho de 2012

Resenha: João e Maria - Marcos Bulzara e Ana Paula Bergamasco

Ganhei o livro em uma promoção, estava em casa com ele em cima da mesa e resolvi ler as primeiras páginas para matar um pouco a curiosidade. Quando vi, tinha lido metade do livro e no outro dia de manhã eu terminei.
O livro conta a história de Maria, uma menina dedicada aos estudos, certinha e tradicional e de João, vocalista de uma banda de rock famosa, extrovertido e charmoso. E então eles começam a se falar e algo começa a acontecer entre eles.
O livro é narrado pelos dois. Um capítulo pela Maria e outro pelo João. Acho interessante quando podemos ver o ponto de vista de dois personagens na mesma situação. Só achei algumas partes que repete cenas que já tinham aparecido antes, um pouco cansativas.
É rápido, fácil e divertido de se ler. Eu adoro histórias com esse tema. De um amor improvável e tudo mais. Contudo, achei que faltou um pouco de aprofundamento na relação dos dois, acho que tudo aconteceu muito rápido, principalmente o final e eu queria ter lido um pouquinho mais, eu queria que tivesse sido um pouco mais desenvolvido, não precisava ter corrido tanto.
É um ótimo livro para relaxar e esvaziar a mente por algumas horas. Adorei ter ganhado na promoção e ter tido a oportunidade de lê-lo.

14 de julho de 2012

Da livraria para minha estante #39

Oi!


Essa semana estou animada, tenho só mais três dias de aula e então entro em férias! Bom, esses foram os livros que eu recebi essa semana:



Starters - Lissa Price - Novo Conceito. A capa desse livro é bem legal, tem efeito metalizado e alto-relevos. Não li a sinopse direito para saber do que o livro vai tratar, mas eu imagino que seja algo futurístico. O kit do livro vem com uma espécie de luzinha... Não sei como explicar direito o que é, mas é bem legal.

Belle - Lesley Pearse - Novo Conceito. Quando eu tirei esse livro da caixa fiquei impressionada com o tamanho. Belle tem 559 páginas! Não tinha imaginado que seria tão grande. A capa é com um papel diferente, parecido com o de Fallen, mais macio e tal e o livro vem com um porta-perfume portátil.


Bem mais perto - Susane Colasanti - Novo Conceito. Eu imagino que esse livro seja um romance YA bem leve. Brooke é apaixonada por Scott, e quando ele se muda com a familia para Nova York, Brooke resolve segui-lo para mostrar que eles precisam ficar juntos. Não gostei dessa imagem da capa, gostei da lombada do livro e espero gostar da história.

Um lugar para ficar - Deb Caletti - Novo Conceito. Apesar de não ter gostado da capa, a história me chamou atenção. O livro fala sobre o relacionamento de Clara e Christian, e como ele foi se tornando uma obsessão. Clara então, resolve fugir e deixar ele para trás. Estou com bastante vontade de ler.


Essa semana eu terminei de ler 2083 do Vicente Muñoz Puelles, eu adorei o livro e já resenhei ele no blog. Li Dizem por aí da Jill Mansell e infelizmente, o livro me decepcionou bastante. A resenha sai essa semana e eu explico melhor o porquê da decepção e tudo mais.

Li também um livro que comprei no Kindle chamado Wishing for someday soon da Tiffany King. É uma publicação independente e eu simplesmente adorei o livro. Achei que seria um romance fofo e clichê e o livro acabou se mostrando muito mas que isso.

Agora, divulgando um projeto bem interessante da Bianca. A ideia é montar uma biblioteca no grupo de escoteiros e fazer tardes de leituras em um orfanato em Curitiba. Para doações de livros e mais informações, vocês podem entrar no blog do projeto aqui.

Como foi a semana de vocês?

Gabi

12 de julho de 2012

Resenha: Cidade das Cinzas - Cassandra Clare

Editora: Galera Record

O segundo volume da série Instrumentos Mortais é cheio de ação e aventuras. Como sempre, eu acho difícil o autor manter os livros da série em um mesmo nível ou melhorar gradativamente. Cidade das Cinzas eu considerei no mesmo nível de Cidade dos Ossos. Nem melhor nem pior.
Eu estava receosa com esse livro devido ao final de Cidade dos Ossos. Aquele final foi muito cruel e realmente inesperado, mas enfim, felizmente a autora não me decepcionou com o rumo que a história seguiu.
Cassandra Clare continua com toda sua mitologia, com vários personagens sobrenaturais juntos e tudo mais. Fazia muito tempo que eu não lia nada sobrenatural, então voltar para esse estilo foi algo bem agradável. Especialmente porque a narrativa da autora é muito boa. Ela consegue dar várias explicações que o leitor necessita sem tornar isso algo cansativo e maçante. 
A narrativa é em terceira pessoa e eu gosto dessa característica da série. Acho que livros de aventura, com cenas de lutas e com várias coisas importantes acontecendo ao mesmo tempo são melhores narradas na terceira pessoa. Assim temos uma visão geral da história, e não através dos olhos de apenas um personagem.
Jace e Clary continuam sendo dois personagens que eu adoro. Adoro o lado badboy 'não me importo com nada' do Jace. É um dos meus personagens favoritos. Os comentários sarcásticos dele em momentos de tensão são incríveis. E eu adoro as iniciativas da Clary. Ela não fica sentada esperando os outros resolverem. Ela tem atitude e também passa por problemas de relacionamentos e indecisão como toda menina comum. 
A história continua com o Valentim e todos seus planos e com certeza, ainda tem muito para acontecer. O livro todo tem um ritmo de leitura rápido e é viciante. Não tinha vontade de parar de ler. Desde as primeiras páginas eu já fui levada para esse mundo e só consegui sair quando terminei de ler a última linha.
Mal posso esperar para ler Cidade de Vidro! Recomendo a série. Para todos e principalmente para quem gosta de livros sobrenaturais. Cassandra Clare realmente sabe escrever sobre isso.

10 de julho de 2012

Resenha: 2083 - Vicente Muñoz Puelles


No ano de 2083 os livros de papel não existem mais. Somente em forma de relíquias e são muito raros. Os livros podem ser lidos em e-books, mas o problema é que as pessoas pararam de querer ler. Os livros entraram em desuso, ninguém se sente mais com vontade de ler um livro.
A primeira coisa que eu pensei quando terminei foi: preciso viajar pela Bibliotravel. A Bibliotravel é uma agência de viagens que faz viagens para dentro dos livros. Você escolhe um dos livros disponíveis e entra na história na pele de algum personagem. E eu achei isso muito legal. Imagina... Poder viajar para dentro dos meus livros favoritos e realmente viver lá por um tempo. Seria algo maravilhoso. 
O livro é narrado por David, um menino de dezesseis anos que está assistindo TV quando aparece uma reportagem sobre a descoberta de um local que abrigava centenas de livros antigos, e isso desperta nele o interesse pela leitura. E é muito legal perceber que conforme ele começa a ler, não consegue mais parar. 
Eu adorei essa história. Fala tão bem sobre os livros e eu adorei por ter dado tamanha importância a isso, os livros. Faz o leitor perceber como tudo pode ser perdido rapidamente. As histórias, os personagens, livros que são tão importantes para nós. 

A narrativa do autor é muito boa. É agradável de ler e faz o leitor se sentir imerso naquele mundo. Eu acho muito legal livros sobre livros. Recomendo bastante, acho que qualquer amante de livros vai se ver um pouco nas páginas de 2083.

8 de julho de 2012

Resenha: Paper Towns - John Green


Esse é o terceiro livro que eu leio do autor e me surpreendo cada vez mais. Paper Towns tem uma história bem diferente dos outros dois que eu li, e eu gostei bastante disso, ver a variedade de histórias que o autor apresenta.
Quentin e Margo são vizinhos desde crianças. Eles costumavam ser amigos, mas com o tempo, Margo passa a ser uma paixão platônica de Quentin, ou Q, como seus amigos o chamam. Ele se apaixona pela ideia que ele tem de quem a Margo é.
Uma noite, Margo aparece na sua janela e o convence a ir a uma aventura no meio da madrugada. A aventura consiste em se vingar de algumas pessoas que a deixaram brava. Q acha que depois daquela noite, ela vai trata-lo de uma maneira diferente. Mas não, porque Margo nunca aparece na escola no dia seguinte.
Ela é conhecia por sumir por no máximo dois ou três dias, mas se passam vários e nada dela voltar. Margo vira um enigma, um mistério. Q descobre que ela deixou algumas pistas, e acha que é o seu dever procurá-la.
Um dos assuntos que eu mais gostei que John Green trata no livro é sobre a visão que temos das pessoas. Quentin não era apaixonado pela Margo verdadeira, ele nem sabia quem ela realmente era. Ele era apaixonado pela ideia de quem ele queria que ela fosse. E muitas vezes nós fazemos isso, inconsciente mesmo, nós queremos que uma pessoa seja de tal jeito, e na verdade ela é completamente diferente.
Margo é uma personagem intrigante. Quem ela realmente é? O que ela está fazendo? Onde ela está? Ela levanta muitos questionamentos, tanto para o leitor quanto para Q. O leitor fica intrigando e com vontade de saber onde Margo está, e o que aconteceu com ela. 
Os personagens secundários são uma grande parte do livro também. Radar e Lacey são bem construídos e o livro tem várias cenas engraçadas envolvendo eles, dão um ar humorístico ao livro e a passagens que seriam muito sérias.
Achei a narrativa do John Green espetacular novamente. Não me decepcionei nem um pouco. Só tenho a recomendar esse e os outros livros dele. Se eu for comparar Paper Towns aos outros livros do autor, não deixa nada a desejar e tem uma história que faz o leitor pensar. Principal quando se refere ao título, Paper Towns. 'Cidades de Papel'. Achei bem interessante como o autor desenvolveu essa ideia. 

7 de julho de 2012

Da livraria para a minha estante #38

Olá!

Eu recebi esses livros na semana passada, mas quando fui escrever o post eu percebi que as fotos estavam muito tremidas. Dessa vez tirei fotos boas, apesar da iluminação ter tudo para ficar ruim, não para de chover desde quinta-feira por aqui. 


2083  - Vicente Muñoz Puelles - Editora Biruta. Recebi o livro da editora e estou lendo ele no momento. 2083 fala sobre o futuro, onde as pessoas pararam de ler e os livros entraram em desuso. Nada de proibição de livros, as pessoas apenas pararam de se interessar por livros. É bem interessante e a narrativa está sendo bem boa. Espero terminar logo e postar a resenha para vocês.

Cidade Mágica - Drew Lerman - Editora Bertrand. Quem me segue no twitter viu meu desespero atrás desse livro. A Ni tinha lido e recomendou bastante. Na capa está escrito 'quem gostou de O apanhador no campo de centeio vai gostar desse livro'. Vocês viram pela resenham que eu adorei o livro do J.D. Salinger e de fato, adorei Cidade Mágica. Já está lido e marcado como favorito! Resenha em breve. E a edição da Bertrand está muito bonita, o título é em alto relevo e as orelhas são laranjas e a capa de dentro é verde água. Um daqueles livros que além de ser uma história maravilhosa, é maravilhoso fisicamente também.


Livros lidos! 
Li Fahrenheit 451 do Ray Bradbury e o livro entrou para a minha lista de livros favoritos. Recomendo demais! Resposta Certa do David Nicholls, que eu adorei também. Quem gostou de Um Dia tem grandes chances de gostar desse livro. Eu adorei a atmosfera do jogo de perguntas e respostas e juntando isso com a narrativa típica do autor, foi uma ótima leitura. Como disse antes, li e adorei Cidade Mágica. Por fim, li um livro que comprei pelo Kindle chamado Cross my heart, da Katie Klein, um romance bem bonitinho com personagens adoráveis. 

Como foi a semana de vocês? 

Gabi

6 de julho de 2012

Estive pensando... #5



Sabe a aquela sensação de quando você termina um livro e sente um vazio dentro de si? Como se uma parte sua tivesse sido arrancada? Passam-se dias e dias e aquele livro continua constantemente nos seus pensamentos? É incrível, não?

Eu gosto de divagar sobre diversos assuntos. Devem ter percebido. O assunto de hoje é: livros marcantes.  
Eu gosto de livros que me mudam. Livros que impactam a minha vida. Livros que começam a fazer parte de mim. Não são todos livros que isso acontece, são raros, mas quando eu leio um, é uma felicidade sem fim.
Sempre digo que as pessoas que entram na nossa vida sempre deixam uma marca, seja essa boa ou ruim. Bom, os livros são iguais. E esses são alguns livros que deixaram uma marca muito grande em mim:

Um deles (alguém adivinha qual vai ser? Alguém?) é o The Fault in Our Stars do John Green. É um livro incrível. Personagens incríveis, uma mensagem incrível e uma história incrível. Eu sempre vou ter um pedacinho do Augustus e da Hazel em mim. E sempre vou ter as maravilhosas frases do John Green comigo. Looking for Alaska entra nessa categoria também. 

As Vantagens de ser Invisível do Stephen Chbosky.(resenha em breve!) É diferente de tudo que eu li, mas eu senti uma conexão com o personagem que nem eu entendo. O livro mudou meu conceito de ser ‘invisível’. O conceito de ser um ‘wallflower’.

A Esperança da Suzanne Collins. É intenso, é cruel, é impactante. Eu precisei de dois dias para me recuperar emocionalmente depois que terminei o livro. Eu me coloquei no lugar da Katniss e senti em mim o que ela sentiu.

Os treze porquês do Jay Asher. Percebi o impacto que as pessoas podem causar na vida dos outros e nem perceber. Eu adoro analisar relações humanas, e esse livro me fez abrir os olhos para isso. Quantas vezes magoamos pessoa e nem sabemos disso?

Fahrenheit 451 do Ray Bradbury (resenha em breve!). Esse livro me deixou pensando sobre livros. E sobre como os livros impactam e mudam a vida das pessoas. Como os livros fazem as pessoas pensarem e tudo que é explorado nessa distopia.
Tem mais, se fosse falar sobre todos o post ficaria muito grande. Mas na lista vocês encontram Cidade Mágica, O apanhador no campo de centeio, Morro dos ventos uivantes e Feios. Esses são livros que mesmo que eu já tenha lido há algum tempo, eu não os devolvi na estante e a nossa ‘história’ terminou. Eu tenho frases deles guardadas na memória. Tenho lições que tirei deles. Tenho um pedacinho deles dentro de mim. 
Tem algum livro que deixou uma marca em vocês?

Gabi


4 de julho de 2012

Resenha: O Apanhador no Campo de Centeio - J.D. Salinger


O Apanhador no Campo de Centeio - J.D. Salinger - Editora do Autor
Meu pai me recomendou esse livro e infelizmente eu demorei a pegar para ler. O que levou a essa demora foi o fato que eu não sabia ao certo do que esperar do livro, ele não tem sinopse na contracapa ou nas abas, então eu não tinha certeza se realmente queria ler ou não.
Agora depois de ter terminado, eu estou surpresa que gostei tanto dele. Vou contar resumidamente sobre o que o livro fala, mas é legal começar a ler sem ter muitas informações. O apanhador no campo de centeio fala sobre um fim de semana na vida de Holden Caulfield. Ele acabou de ser expulso da sua escola por ter reprovado em todas as matérias - menos inglês – e está voltando para sua casa em Nova Iorque.
Holden passa o livro inteiro procurando alguém com quem ele pudesse conversar. Mas mesmo tentando com várias pessoas, ele simplesmente não consegue. Ele, mesmo rodeado por várias pessoas na escola, se sente sozinho. Tão sozinho que acaba indo embora antes.
E então ele vai pensando na vida, nas pessoas que fazem parte da vida dele e o que ele quer. Holden tem medos, dúvidas e questionamentos como qualquer adolescente. E isso é o que mais me impressionou nesse livro, que mesmo sendo bem diferente do Holden, temos alguns pensamentos parecidos.
Holden está perdido. E todos nós, uma hora ou outra, nos sentimos perdidos também. O livro fala sobre sentimentos presentes na vida dos jovens, e acho que foi por isso que eu gostei tanto. O livro trata sobre esse período da vida de uma pessoa.
J.D. Salinger tem uma narrativa rápida e verdadeira. Eu gostei muito do que li. Parece que o livro não fala nada pela história simples que apresenta, não têm muitos acontecimentos principais. As histórias normalmente tem um conflito no meio que se resolve no final, algo que faz tudo ficar interessante. Nesse livro, não existe esse conflito,não tem nada de emocionante. O conflito está dentro do personagem. E isso foi transcrito de uma forma maravilhosa pelo autor. 

2 de julho de 2012

Resenha: Thirteen Reasons Why - Jay Asher


Thirteen Reasons Why - Jay Asher
Edição brasileiras: Os treze porquês - Editora Ática
Sabem quando se quer ler tanto um livro e quando finalmente você tem o livro em mãos, lê à primeira página, o primeiro capítulo e então pensa que valeu a pena esperar? Foi exatamente isso que eu senti quando comecei a ler.
Clay Jensen estava voltando da escola em um dia comum, como todos os outros, quando encontra um pacote na sua porta. Está endereçado para ele, mas sem remetente. Ele abre o pacote e encontra sete fitas cassetes gravadas por Hannah Baker. Sua colega que havia cometido suicídio algumas semanas antes.
Ele começa a ouvir a primeira fita e Hannah diz que nelas, ela falará sobre os treze motivos que a levaram ela a se matar. Se Clay recebeu o pacote, ele é um deles.
Thirteen reasons why é um livro impossível de soltar. Simples assim. A história é intrigante, é forte e é incrível.
O livro tem uma mensagem forte. Por trás de tudo, ele tem uma mensagem muito forte. Todos nós impactamos a vida das pessoas com quem convivemos, às vezes não temos ideia do que estamos fazendo. E as treze pessoas que aparecem nas fitas de Hannah, não faziam ideia que o que fizeram, levou Hannah a tomar essa decisão.
E o livro mostra como as coisas têm aquele efeito bola de neve. Todas as histórias estão interligadas e tudo começou com algo simples, algo bobo.
Certas brincadeiras magoam, brincadeiras podem ser sérias. Mesmo que sejam as mais bobinhas. E as pessoas da fita, não fazem a mínima ideia de como seus pequenos atos, influenciaram uma decisão tão grande.
Temos duas narrativas simultâneas. A de Hannah, através das fitas e a da Clay, enquanto ouve as fitas e se pergunta, onde ele entrará? A única coisa que ele fez foi gostar de Hannah. Como isso pode ter algo a ver com o suicídio.
É uma história muito forte, com muitas emoções difíceis de lidar. Com temas difíceis de escrever e de ler. Mas eu recomendo. Recomendo muito. É um livro que não servirá apenas como uma leitura para passar o tempo, é um livro que a mensagem vai ficar com o leitor. Ficou comigo.
Jay Asher me surpreendeu. Uma narrativa impecável.
E para quem já leu, tem um canal no youtube com vídeos com o áudio das fitas. É estranho ouvir, a história fica mais real ainda, mas achei interessante. É em inglês, e quem se interessar, clique aqui.