26 de fevereiro de 2013

Da livraria para a minha estante #47

Olá!


Vídeo curtinho, mas achei melhor do que nada. E também, semana que vem tem o vídeo com as minhas leituras do mês e depois vídeos só em abril, quando eu estiver de volta no Brasil. Enfim, espero que vocês gostem!




23 de fevereiro de 2013

Resenha: Pandemonium - Lauren Oliver


Eu demorei bastante para ler Pandemonium. Sempre via o livro na livraria, sempre pegava para comprar, mas sempre desistia. Quando vi que teria evento da Lauren Oliver em Londres e o lançamento do terceiro da série, resolvi que era hora de criar vergonha na cara e ler.
Pandemonium é um livro bem mais dinâmico do que Delirium. Vou fazer essa resenha livre de spoilers, então não vou comentar o que exatamente está acontecendo, quem tiver interesse pode ler a sinopse do livro. Mas enfim, o livro se passa em dois períodos de tempo.
“Then” conta a história logo de onde terminamos Delirium e “Now” conta a história um ano depois. Eu achei estranho no começo, mas depois essa mudança fez o livro impossível de soltar.
Lena está bem mais forte nesse livro, ela está enfrentando os efeitos colaterais do amor e precisa seguir em frente. Ela precisa enfrentar diversas situações horríveis e momentos onde nem eu achei que ela fosse sair viva.
Em Pandemonium podemos ver um pouco mais do que se passa por trás do governo dessa distopia. Conspirações e podemos entender como as revoltas estão sendo planejadas e os diversos lados da história.
Eu não gostei mais do que Delirium, mas é uma série que vale a pena continuar lendo. Eu gosto bastante desse mundo distópico criado pela autora e estou gostando da maneira como ela está desenvolvendo.
Agora o final... Não sei nem o que falar sobre ele, só sei que preciso deixar registrado como o final é daqueles horríveis. Daqueles que fazem o leitor querer cometer um crime para conseguir o próximo livro antes do lançamento.
Por que Lauren Oliver? Alguém me explica como certos autores não tem dó de quem lê os livros? Eles só escrevem essas reviravoltas do nada na última página.
Enfim. Eu adoro essa série e eu preciso do terceiro urgentemente!
Pandemônio será lançado no Brasil pela Editora Intrínseca em março. 

20 de fevereiro de 2013

Resenha: Um corpo na biblioteca - Agatha Christie


Eu estou dizendo que vou ler algo da Agatha Christie faz muito tempo. Estava na biblioteca esses dias e me deparei com “The body in the library”, o livro me chamou atenção e eu resolvi dar uma chance. E eu acabei adorando.
Certo dia, os Bantrys acordam com a noticia de que tem um corpo na sua biblioteca. Nenhuns dos dois reconhecem o corpo e Dolly Bantry liga para sua amiga, Miss Marple, quem ela tem certeza que pode resolver o mistério.
Eu não consegui soltar o livro, eu precisava saber quem tinha sido a pessoa que matou a menina e tudo mais. Foi minha primeira experiência com a narrativa da autora e com histórias policiais.
Miss Marple é uma detetive diferente, ela presta atenção dos detalhes que normalmente são ignorados pelos policiais de verdade, detalhes que normalmente, mulheres percebem. Achei interessante a maneira como tudo vai se desenrolando e como existem pequenas histórias que são de extrema relevância para o caso.
Foi uma escolha bem aleatória para minha primeira leitura de Agatha Christie, e eu fiquei feliz que gostei bastante. Eu não achei o final extremamente previsível, mas também não foi uma surpresa completamente inesperada. Eu já tinha visto como uma possibilidade.
Adorei a narrativa da autora, não me deixou com vontade de soltar o livro em nenhum momento. Adorei como ela coloca um pouco de humor na história e com certeza quero ler mais livros da autora.
Caso já tenham lido Agatha Christie, qual é o favorito de vocês?
Gabi

17 de fevereiro de 2013

Resenha: To Kill a Mockingbird - Harper Lee


To Kill a Mockingbird, é um daqueles livros que faz muito sucesso, que todos falam bastante e que depois de ler, você percebe que não é por nada. O livro conta a história de um julgamento, onde um negro é acusado de estuprar uma menina branca. Pela visão de Scout, uma menina de seis anos.
A história é ambientada no estado do Alabama nos Estados Unidos durante a Grande Depressão. O sul dos Estados Unidos que na época era extremamente racista. Então quando o caso do estupro aparece, não existem dúvidas que o acusado é realmente culpado.
O pai da Scout, Atticus Finch, vai defendê-lo no tribunal. Ele é tremendamente mal visto por fazer isso, mas ele sabe que é a coisa certa a ser feita. A primeira parte do livro, no entanto, foca em Scout, no seu irmão Jem e no amigo Dill que sempre visita nas férias de verão. Mostra o amadurecimento deles e como eles vão crescendo e vendo como o mundo realmente é.
Essa parte foi bem lenta para mim, mas é importante. Contudo, quando o caso do tribunal entra em cena, o livro ganha outra visão. Como ele é narrado pela Scout, e ela tem seis anos, muitas coisas ela não entende. E nessa parte foi onde eu fiquei com o coração apertado, principalmente depois do julgamento, é bem pesado.
To Kill a Mockingbird é um livro para ser lido com calma. Tem muita história nas entrelinhas, muita história que não é diretamente contada ao leitor devido ao formato de narrativa, mas está lá. Todos os pedacinhos, esperando para ser juntados.
É um livro incrível, com uma história honesta e maravilhosa. Que merece toda a fama que tem e muito mais. Fala sobre como os seres humanos podem ter a mente pequena, como as pessoas custam a mudar e como é preciso lutar por aquilo que é certo.
Atticus fala, em uma parte do livro, que ele queria que seus filhos vissem o que é realmente coragem. Que não é ser um homem com uma arma em mãos, e sim saber que perdeu antes de começar, e começar mesmo assim.
Esse é um dos livros que eu colocaria na lista de livros que precisam ser lidos. Leiam. Vale muito a pena.

14 de fevereiro de 2013

Resenha: Química Perfeita - Simone Elkeles


Perfect Chemistry é aquele livro que tem uma receita que torna quase impossível que eu não goste. Brittany é a menina perfeita, com aparência perfeita, o namorado perfeito e a vida que todos querem ter. Menos ela.
Alex é o oposto. Ele é parte de uma gangue, mora na parte Sul da cidade (conhecida como a parte pobre), tem a reputação de ter antecedentes criminais, usar drogas e tudo mais que pode ser relacionado com ele fazer parte de uma gangue.
Os caminhos deles são obrigados a se cruzar, quando a professora de química os coloca como parceiros durantes as aulas.
Eu já disse, uma ou mais vezes aqui, que eu gosto de livros onde personagens que se odeiam são obrigados a conviver juntos. Quando Brittany e Alex começam a aprender mais sobre a vida um do outro, todos os preconceitos começam a sumir.
O livro é narrado pelos dois. Um capítulo pela Brittany e o seguinte pelo Alex. Isso faz a leitura mais dinâmica e eu não consegui soltar até terminar. Os personagens conquistam o leitor logo no inicio, os diálogos são incríveis e apesar de ser clichê, alguns acontecimentos me surpreenderam no decorrer da história.
Fala como é errado julgar alguém se baseando apenas no lugar de onde a pessoa vem, como ela se veste e como ela aparenta ser. É a velha história que é preciso conhecer a pessoa antes de ter uma opinião formada.
O único ponto que eu comento, é que o final não foi dos meus favoritos. Eu gostei do que aconteceu, mas não da maneira como que aconteceu. Acho que a autora correu um pouco. Mas nada que apague como o livro é bom.

Eu recomendo o livro! É fofo, é gostoso de ler e fala muito mais nas entrelinhas do que parece.

O livro é publicado no Brasil pela editora Underworld com o título de Química Perfeita

11 de fevereiro de 2013

O dia que eu conheci John Green


No dia 3 de fevereiro de 2013 eu tive um sonho realizado. Eu não sei nem por onde começar a falar sobre o evento, já tentei milhares de vezes e eu simplesmente não consigo colocar toda a emoção em meras palavras.
Só sei, que foi o dia mais awesome da minha vida. Foi simplesmente incrível. Quando o John entrou no palco, e todo mundo gritou e aplaudiu eu me senti em casa. Cada vez que todos riam das mesmas piadas, dos meus comentários “My intention was to write a funny book”, eu me senti bem. Porque estava em um lugar com pessoas que compartilham os mesmo sentimentos que eu. Pelos livros, pelo autor, e por tudo que o John e o Hank Green criaram.
O evento começou com o John Green falando sobre The Fault in Our Stars, sobre o processo de escrita, sobre a inspiração, e coisas que eu adorei descobrir. Ele disse que ele levou mais de dez anos para finalizar o livro. Para chegar à história que acabou sendo o livro e tudo mais. Descobri que TFIOS foi escrito em um Starbucks e que o documento que continha a versão final da história era chamado The Sequel (A sequência).
Depois, John apresentou o Hank, que cantou três músicas para nós. Ele é muito simpático. E eu adoro as músicas sobre Harry Potter!
John Green retornou para responder perguntas. Quando entravamos no evento, ganhávamos um papel, onde podíamos escrever uma pergunta e eles iriam escolher as que responderiam. E para minha adorável surpresa, ele escolheu a minha pergunta. Eu quase pulei de emoção.
Minha pergunta era do por que ele escolheu Amsterdam, ele respondeu que parte do motivo, era porque a cidade está afundando e isso pode ser relacionando com os pulmões da Hazel.
Hank voltou e eles responderam perguntas juntos com a ajuda da Maureen Johnson. Foi a parte mais engraçada do evento, eles são hilários juntos. O Hank tocou mais algumas músicas, inclusive uma maravilhosa inspirada em TFIOS e John e Hank cantaram 500 Miles da banda The Pretenders.
O motivo: quando eles começaram o canal no youtube, alguém confundiu eles com a dupla, e desde então eles cantam essa música nos eventos que fazem. Foi legal, todos cantaram juntos.
Infelizmente, o evento chegou a um fim. E a sessão de autógrafos começou. Eu esperei uma hora e meia, e me vi frente a frente com meu autor favorito. Com a pessoa que escreve livros maravilhosos. Com o John Green. Foi os poucos segundos mais incríveis da minha vida. Resumindo tudo: eu falei com o John Green. John Green falou comigo.
Saí do evento sorrindo de orelha a orelha pelas ruas de Londres e chorando de emoção. Foi incrível, maravilhoso, awesome.
John terminou o evento com a frase: And how they say in my hometown, don’t forget to be awesome.

9 de fevereiro de 2013

Top 5: Livros que eu demorei para me recuperar


Eu postei essa imagem uns dias atrás na página do facebook, e eu fiquei pensando nos livros me deixaram nesse estado. Eu fiz uma lista e resolvi compartilhar com vocês!
The Fault in Our Stars – John Green
Se eu disser, que até hoje não me recuperei de verdade eu não estaria mentindo. Mas vale a pena. Eu já disse mil vezes, leiam esse livro.
Looking for Alaska – John Green
Não me recuperei porque o final é bem aberto e deixa o leitor pensando no que realmente aconteceu. No evento do John Green em Londres ele disse que as pessoas atucanam ele perguntando o que aconteceu, porque quando você terminar esse livro, vai querer saber.

5 de fevereiro de 2013

Resenha: Truth be Told - Tom Williams


Fiquei sabendo da existência desse livro pelo tumblr. Eu sigo o autor faz um tempo e resolvi que iria ler o livro dele. Comecei Truth be Told sem altas expectativas, mas eu gostei bem mais do que esperava.
Após levar um fora da sua namorada, Jack Bennet está no meio de uma crise emocional. Ele está começando a universidade e seus amigos o convencem a ir a evento de speed dating. Onde ele terá a chance de conversar com várias meninas por quatro minutos.
Jack é completamente inseguro e decide que por uma noite, ele vai ser outra pessoa. Ele vira Gordon Bennet. Ele muda seus interesses, seu sotaque e a maneira como ele se veste. O que Jack não esperava, é que ele fosse conhecer alguém interessante em quatro minutos.
Eu adorei a narrativa. Cheia de humor e não dá vontade de parar de ler. Jack é um dos personagens mais inseguros que eu já li, eu gostei dessa característica. Gostei da maneira como ele tenta lidar com um coração partido e como ele tenta seguir em frente.
Os personagens secundários dão um complemento especial a história, principalmente por serem muito engraçados. Eu gostei do vocabulário e das gírias britânicas que aparecem no livro.
É aquela história que mentiras vão se tornando uma teia de aranha gigante e quando se vê a pessoa está presa no meio. E que é difícil aceitar e gostar de quem a pessoa realmente é, principalmente após levar um fora. A pessoa fica se perguntando o que tem de errado com ela, e foi exatamente isso que acontece com Jack Bennet.
O livro pode ser comprado na Amazon em e-book. Para quem gosta de se surpreender com livros não conhecidos, eu recomendo.

1 de fevereiro de 2013

Leituras de Janeiro 2013

Oi


Gravei o vídeo na pressa e no único momento disponível que eu tive onde ainda tinha luz do dia para gravar. Espero que gostem!



Resenhas já postadas no blog:

Second Chance Summer | O Diário de Anne Frank | The Future of Us

As outras resenhas serão postadas nas próximas semanas. 

Gabi